Ao instalar o Ubuntu pela primeira vez no seu computador, existe a necessidade de criar uma nova partição (ou várias partições) no disco. Este processo, apesar de ser simples pois o instalador do Ubuntu proporciona uma boa ferramenta, acaba por afastar alguns utilizadores que têm receio de perder os dados do seu computador.

Para além disso, o Windows Vista, Windows Seven e provavelmente o Windows8 trazem uma espécie de proteção anti-Ubuntu que basicamente faz com que o Windows não funcione se se dividir o disco através do Ubuntu. Esta situação não é geral, no entanto, acontece com alguma frequência nos últimos Windows.

A solução para este problema é muito simples e passa por dividir então o disco através do Windows e depois fazer o que se quiser com as novas partições. Assim, essa proteção “falha” uma vez que foram partições feitas pelo próprio Windows. Desta forma, neste artigo iremos explicar passo-a-passo o processo de criação de novas partições a partir do sistema operativo Windows 7 (o processo é igual no Windows Vista!).

Precise_Pangolin_by_Vlad_GerasimovM

Este artigo serve como guia completo, para qualquer utilizador novato ou experiente, para ter o Ubuntu 12.04 Precise Pangolin compatível com, praticamente, todos os formatos multimédia existentes: desde ficheiros de música mp3 e wma até ficheiros de vídeo DivX e DVDs encriptados. Para além disso, depois de seguir este artigo, o seu Ubuntu ainda terá instalado o Flash (para ver vídeos do Youtube), Java e até descompactadores de ficheiros dos mais variados formatos (zip, rar, 7z). Nada lhe faltará em termos de compatibilidade com formatos multimédia!

Este artigo é já bastante conhecido pela comunidade, pois sempre que é publicada uma nova versão do Ubuntu, a equipa do Ubuntued faz este artigo para ajudar a comunidade a ter o seu Ubuntu o mais completo possível ao nível de formatos multimédia. A cada nova versão deste artigo, tentamos melhorar ainda mais em relação aos anteriores. Como poderá constatar, neste artigo são apresentadas várias soluções mediante os seus gostos e necessidades! Assim tentamos com este artigo agradar “Gregos e Troianos“, ou seja, tentamos agradar toda a gente conforme os seus gostos pessoais.

Apesar de este artigo ser um artigo bastante comum, pois é criado sempre um a cada nova versão do Ubuntu, não pense que este artigo podia ser substituído por um outro mais antigo! A verdade é que os programadores do Ubuntu estão sempre a inovar e apresentar novas soluções, novos pacotes e até novos procedimentos de instalação destes pacotes.

Prova disso é o atual pacote minimalista (se não sabe do que falo, verá mais à frente pormenores sobre ele) que já traz praticamente tudo o que um utilizador normal (≃mediano) precisa, desde codecs para leitura de ficheiros mp3 até ao Flash e Java! Assim, convido-o a ler este artigo e, se o achar pertinente, convido-o a partilhar com os seus conhecidos de forma a que toda a gente que utiliza o Ubuntu possa tê-lo à sua medida em termos de leitura de formatos multimédia!

MEDIBUNTUM

Ao contrário de muitas distribuições Linux, o Ubuntu tem como objetivo principal ser distribuído livremente em todos os países do mundo. Ora, nem todos os países permitem que essa distribuição seja feita se houver software proprietário (mesmo o freeware). Por esse simples motivo, o Ubuntu não traz determinados pacotes que podem ser muito úteis, nomeadamente o Adobe Acrobat Reader, pacotes para ler e escrever formatos de vídeo proprietários, e até alguns codecs para leitura DVDs encriptados.

Então, neste artigo apresentamos-lhe o repositório Medibuntu que disponibiliza todos esses pacotes que não foram incluídos no Ubuntu nem estão disponíveis nos repositórios oficiais do Ubuntu. Este artigo é extremamente simples e apresenta um procedimento muito rápido de adição deste repositório, por isso, continue a ler e adicione já este repositório. Para além disso ainda inclui uma alternativa de instalação do mesmo repositório.

Um dos problemas apontados ao Chromium/Google Chrome é a falta de gestores de transferência que podem ser facilmente integrados com este navegador (browser). Visto que o gestor de transferências do próprio Chromium/Google Chrome atrapalhar um pouco, por roubar espaço, na parte inferior do navegador e ter o problema do utilizador não poder visualizador se os ficheiros foram todos devidamente descarregados sem ter de abrir uma nova aba (o que por vezes pode ser crítico, pois abrir a aba extra poderá significar um aumento significativo de consumo de memória).

Para contornar o problema apresentado, foi criada a extensão Chromeflow que permite integrar um simples e leve gestor de transferência externo de seu nome Steadyflow. Desta forma o utilizador não tem de seguir o procedimento indicado no artigo que o Ubuntued lhe apresentou (que envolvia Copiar a ligação, clicar no ícone no painel, seleccionar Adicionar transferência, etc), sendo ainda mais simples que a solução apresentada para o Firefox.

O SteadyFlow é um gestor de transferências para ser usado independente do navegador (browser). Desta forma, existe a possibilidade de efectuar a transferência de qualquer ficheiro (pequeno ou grande), sem ter de ficar com o navegador aberto durante todo o processo necessário para o descarregar (o que dá uma grande ajuda, quando se trata de ficheiros de grandes dimensões).

Para alguns dos utilizadores que migram de outros Sistemas Operativos para o Ubuntu, por vezes sentem a falta deste ou daquele programa, por vezes desconhecendo até que existem alternativas. E mesmo sendo um utilizador de Ubuntu, pode até desconhecer que existem gestores de transferências que podem ser usados pelos diferentes navegadores que usam no seu dia-a-dia.

E em que medida os gestores de transferências podem ser úteis?

Tal como fora referido acima, não exigem que os navegadores permaneçam abertos, o que não acontece em muitos dos gestores integrados. Por esse mesmo facto, logo à partida torna-os mais leves. Como é independente deste ou daquele navegador, podem adicionar os ficheiros a descarregar de diferentes origens, ficando tudo centralizado em apenas um único programa. Assim evita-se estar à procura se, neste ou naquele navegador, a transferência fora concluída, se falhou, etc.

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